Elsinore

  • Homo Deus

    Yuval Noah Harari

    A história começou quando os homens inventaram os deuses e terminará quando os homens se transformarem em deuses.
    A guerra desapareceu. É mais provável cometer-se suicídio do que morrer num conflito armado.
    A fome está a desaparecer. É mais alto o risco de obesidade do que de fome. A morte tornou-se um simples problema técnico.
    Não alcançámos a igualdade - mas estamos perto de alcançar a imortalidade. O que nos reserva o futuro?
    Homo Deus explora os projetos, sonhos e pesadelos que darão forma ao século XXI - desde o vencer da morte à vida artificial. Sucessor do bestseller internacional Sapiens: História Breve da Humanidade, coloca as questões fundamentais: para onde seguir a partir daqui, e como proteger o mundo dos poderes destrutivos do ser humano? Chegámos ao próximo passo evolucional: Homo Deus.
    «De uma lucidez invejável (e alarmante), descreve os enormes desafios que temos pela frente, enquanto espécie, à medida que a tecnologia genética, a inteligência artificial e a robótica alteram profundamente as nossas relações humanas e com outras espécies. Uma leitura ainda mais voraz e importante do que a do seu já excelente Sapiens.» - Kazuo Ishiguro, Prémio Nobel de Literatura

  • AUTORA DO ANO E LIVRO DE FICÇÃO DO ANO
    DO BRITISH BOOK AWARDS 2020
    FINALISTA DO WOMEN'S PRIZE DE FICÇÃO 2020
    FINALISTA DO ORWELL PRIZE DE FICÇÃO POLÍTICA 2020

    As doze personagens centrais deste romance a várias vozes levam vidas muito diferentes: desde Amma, uma dramaturga cujo trabalho artístico frequentemente explora a sua identidade lésbica negra, à sua amiga de infância, Shirley, professora, exausta de décadas de trabalho nas escolas subfinanciadas de Londres; a Carole, uma das ex-alunas de Shirley, agora uma bem-sucedida gestora de fundos de investimento, ou a mãe desta, Bummi, uma empregada doméstica que se preocupa com o renegar das raízes africanas por parte da filha.
    Quase todas elas mulheres, negras e, de uma maneira ou de outra, resultado do legado do império colonial britânico. As suas histórias, a das suas famílias, amigos e amantes, compõem um retrato multifacetado e realista dos nossos dias, de uma sociedade multicultural que se confronta com a herança do seu passado e luta contra as contradições do presente.
    Um romance atual, brilhantemente escrito, que repensa as questões de identidade, género e classe com o pano de fundo do colonialismo, da emigração e da diáspora.
    «Rapariga, Mulher, Outra fervilha de vitalidade... Evaristo revela as experiências comuns que fazem de todos nós elementos da mesma família humana.» - FINANCIAL TIMES


    «Se ainda não conhece, devia conhecer a obra desta autora.» - THE GUARDIAN

  • Obra da celebrada autora de Rapariga, Mulher, Outra, vencedor, entre outros prémios, do Booker Prize 2019


    Um romance premiado, com um enredo provocador, imaginativo e satírico.

    Branca, de cabelos loiros e olhos azuis, Doris é capturada ainda criança e enviada da Europa para o Novo Mundo - uma terra distante e desconhecida, situada do outro lado do mar e de onde ninguém regressa. Tal como tantos outros da sua raça que caem nas malhas titânicas do Comércio de Escravos, Doris despede-se do seu nome, da sua língua, da sua terra.
    Após sobreviver muito a custo à terrível travessia da rota transatlântica, resta-lhe ser vendida a uma família negra, rica e poderosa, e adaptar-se a uma nova vida de servidão e a uma cultura que não é a sua. Porém, ao contrário de quem já nasce escravo, a rebatizada Omorenomwara sabe o que é ser livre e sonha todos os dias com a fuga. Quando essa oportunidade finalmente se lhe apresenta, ela não hesita, mesmo sabendo que isso pode significar a morte.
    Um romance provocador e irónico que, ao forjar um mundo às avessas onde os escravos são os europeus e os senhores, os africanos, desconstrói a História e a nossa noção de identidade, não poupando ninguém, nem opressores nem oprimidos.
    «Tão humano, tão real. Evaristo reimagina o passado e o presente com um humor e uma inteligência fora do comum.» - The Guardian
    «Uma lição dura e turbulenta sobre a natureza arbitrária dos nossos valores culturais. A abolição da escravatura pode ter ocorrido há 150 anos, mas o leitor ainda vai a tempo de se deixar iluminar por este romance provocador.» - The Washington Post

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